Somente a prática supervisionada e muito estudo forma bons Grafólogos. Muitos mestres falam que a pessoa que passa um bom tempo fazendo entre 6 a 8 pareceres por dia e supervisionados tem chances de se tornar um profissional eficaz.
Foi o que aconteceu comigo. Embora tenha começado a fazer cursos quando ainda trabalhava em empresas, a frente de seleção ou desenvolvimento sempre terceirizei a elaboração do perfil grafológico, pois nestes setores do RH há muita demanda, o que não permite o tempo necessário para as análises. Tive o privilégio de ter como fornecedores a própria Dra. Odete, uma das precursoras da Grafologia no Brasil e a Nanci Fernandes, uma mestre primorosa da Grafologia que até hoje tem em São Paulo a Phenomena, referência na área. Aliás foi dela que recebi convite para trabalhar quando fui desligada da última industria na qual estive.
Na ocasião a Grafologia estava no auge, e o setor bancário, antes das fusões era muito competitivo e demandava muito trabalho. Além da área comercial dos bancos, fazíamos a área da segurança dos executivos, que era muito interessante. Enfim a diversidade de clientes e a multiplicidade de competências pesquisadas foi para mim uma oportunidade excelente de desenvolver diferentes percepções, sem nunca parar de fazer cursos e estudar diversos autores. Ao sair desta consultoria havia uma competição saudável entre as grafólogas e a média da equipe era entre 10 a 12 laudos cada uma por dia. Era muito divertido.
É importante ressaltar que existem pessoas que tem mais facilidade que outras para este aprendizado e prática. Por isto acho interessante que a pessoa faça um curso básico de curta duração para ter os primeiros contatos com a técnica e ter uma ideia se realmente tem aptidão para este aprendizado.
Nenhum comentário:
Postar um comentário